Veni Legi Vici - Notas Biográficas e Sinopses

Esta página está em constante atualização

 

2 DE MARÇO DE 2018 | SEXTA-FEIRA


 

VENI


 

 

Manuela_silva.jpgManuela Pargana da Silva (Coordenadora Nacional da Rede de Bibliotecas Escolares)

15h15 | COMUNICAÇÃO “BIBLIOTECA ESCOLAR – MEMÓRI@S COM VIDA” 

 

Nota Biográfica

Manuela Silva é a coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, possui a componente curricular do Mestrado em Educação e Leitura pela Faculdade de Ciências da Educação e Psicologia, da Universidade de Lisboa; Componente Curricular em História Social Contemporânea, no ISCTE e o Curso de Especialização em Ciências Documentais, variante de Documentação e Biblioteca pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É presença assídua em conferências e seminários nacionais e internacionais sobre o programa Rede de Bibliotecas Escolares, gestão e organização das bibliotecas escolares, leituras e literacias.

   

 


16h00 |  PAINEL - LEITURA(S), MEMÓRIA(S) E CIDADANIA(S)


 

vanessa.jpgVanessa Martins

E-CIDADANIA - TÁBUAS E CARTAS: DOZE LEIS E A CIDADANIA DE UM IMPÉRIO

 

Nota Biográfica

Vanessa Mendes Martins é mestre em Ética e Política (2009) e Ensino da Filosofia no Ensino Secundário (2011) pela Universidade da Beira Interior. É investigadora do LABCOM/IFP e o seu trabalho de doutoramento prende-se com a interseção da dramaturgia de Jean-Paul Sartre com a sua fenomenologia do olhar, num trabalho que conjuga a intersubjetividade e a narrativa.

 

Sinopse

A grande riqueza da civilização romana, talvez a maior, foi o saber contactar com a cultura helénica e extrair o que de bom encontrou, sem medos ou pretensões de propriedade. O modelo grego foi tomado não para Roma, mas para um império enorme e riquíssimo. Isto só poderia ser possível partindo de uma cidadania bem estruturada. É esta a base para o que queremos discutir aqui. A importância da Lei das Doze Tábuas, nos primórdios da Urbe, para a expansão e solidificação deste vasto império. Fundou-se assim o Direito Civil. A par disto, importa ter em conta o papel da filosofia, tantas vezes transmitido em epístolas, como o fizeram Cícero, Séneca, Epicuro e tantos outros. Importa sublinhar desde já a praticidade do império Romano e perceber que tanto o teatro, a literatura e toda a filosofia coincidiam num só propósito: a vida da Urbe edificada.

 Referências Bibliográficas

  • Cícero, Marco Túlio (2000). Dos Deveres. Lisboa, Edições 70;
  • Epicuro (1994). Carta sobre a Felicidade. Lisboa: Relógio d’Água;
  • Pereira, Maria Helena da Rocha (1994). Romana, Antologia da Cultura Latina. Coimbra: Universidade de Coimbra Editora;
  • Séneca, Lúcio Aneu (1991). Cartas a Lucílio. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

 


 

Ana_Bela_pereira.jpegAna Bela Martins

MILD: MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA A LITERACIA DIGITAL, UMA ABORDAGEM ANALÍTICA

 

Nota Biográfica

Licenciada em História, com pós-graduação em Ciências Documentais pela Universidade de Letras de Lisboa e em Estudos Interdisciplinares Portugueses, pela Universidade Aberta de Lisboa.

Professora do Ensino Secundário durante vários anos. Coordenadora da biblioteca escolar durante 10 anos.

De 2000 a 2013 integrou o Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares, exercendo funções de apoio técnico e pedagógico à criação e desenvolvimento de bibliotecas escolares, em escolas públicas de todos os níveis de ensino.

Promoveu e coordenou projetos de promoção da leitura e foi responsável pela articulação, ao nível das atividades e projetos desenvolvidos no terreno, entre a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura.

Formadora, em vários cursos de formação de professores, na área da leitura, Literacia e bibliotecas.

Coordenou e promoveu projetos de articulação entre as bibliotecas escolares e as bibliotecas públicas e de desenvolvimento de bibliotecas de uso partilhado.

Participa regularmente em conferências nacionais e internacionais, com comunicações no âmbito da leitura e das bibliotecas escolares.

Coautora dos livros Ler para ser. Os caminhos antes, durante e depois de aprender a ler, org. Fernanda Leopoldina, Iolanda Ribeiro e Adriana Baptista, e 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal - Volume II - Conhecimento, atores e recursos, org. Maria de Lurdes Rodrigues

Tem publicado artigos em revistas da especialidade.

Integra o Projeto MILD - http://www.mild.pt/sitio/  (Manual de Instruções para a Literacia Digital), e o Projeto Diálogos, ambos apoiados pela Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Sinopse

O projeto MILD, Manual de Instruções para a Literacia Digital, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, destina-se principalmente aos jovens e pretende melhorar as formas de apropriação das tecnologias digitais, direcionando-as para a promoção da literacia digital enquanto meio potenciador das aprendizagens e da formação global do indivíduo nos domínios da leitura, dos media e da cidadania. As alterações que, nas nossas práticas sociais, memória e conhecimento têm vindo a registar, consequência das tecnologias e da rede, exigem o domínio de um conjunto alargado de literacias , tanto para o acesso, produção e uso crítico da informação, como para a preservação da memória, entendida aqui na sua função sociocultural estruturante dos factos e da compreensão e apropriação da realidade passada e futura.

 


 

Ana_goncalves.jpgAna Luísa Gonçalves

IMAGEM E CULTURA VISUAL: NARRATIVAS DIGITAIS COMO FERRAMENTAS PEDAGÓGICAS NA FORMAÇÃO DE LEITORES

 

Nota biográfica

Ana Luísa Gonçalves, professora, doutora em Ciências da Educação (Universidade de Huelva, Universidade de Lisboa) – Tecnologias Educativas e com um master em Gestão da Formação (SGS Portugal). É autora e co-autora de vários artigos relacionados com a educação para os media (cinema em contexto educativo) e com a formação de professores no âmbito das TIC. É membro do CIAC (Centro de Investigação em Artes e Comunicação) da Universidade do Algarve. Desenvolveu e participou em projetos na área da Educação para os Media, a nível nacional e internacional. Atualmente é membro da equipa do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Sinopse

Na sequência dos avanços tecnológicos assistimos a uma proliferação dos media e de outros provedores de informação, à multiplicação de mensagens que são partilhadas pelos cidadãos e acedidas através dos múltiplos ecrãs. Os mais jovens consomem de modo indiscriminado as mensagens audiovisuais, em muitos casos desconhecendo as estratégias persuasivas que se escondem na sua construção.

É necessária promover a literacia mediática que permita ao recetor adquirir competências que ajudem a compreender as mensagens e adotar uma atitude crítica e reflexiva. Neste caso particular, a atenção recai sobre a linguagem audiovisual (cinema, publicidade e vídeo), em suportes e formatos digitais. O recetor perante a visualização de um vídeo, e para que não se limite a fazer uma leitura superficial e subjetiva, deverá conhecer os seus códigos e a sua linguagem, permitindo-lhe deste modo fazer uma leitura mais profunda.

O vídeo, enquanto meio que combina o sistema expressivo de imagens em movimento com o som e o texto, continua a surpreender como meio de expressão audiovisual.

As narrativas digitais constituem uma ferramenta pedagógica com muita utilidade para o professor, quer pelo interesse que despertam no aluno, quer pelas diversas competências desenvolvidas (leitura, escrita, comunicação e digitais).

A produção de uma narrativa digital implica planificação e a definição das coordenadas espácio-temporais em que irá decorrer a ação. Estas atividades exigem trabalho de leitura e de pesquisa, análise, síntese das ideias, o que pressupõe trabalho colaborativo, criatividade, acompanhado pela exploração de ferramentas tecnológicas.

A produção do Book Trailer constitui uma das atividades que recorre à linguagem audiovisual, estando implícita a construção de uma narrativa digital. O Book Trailer pelo facto de ser baseado no livro literário e na perceção de um leitor/produtor de vídeo, pode constituir uma estratégia para desenvolver diversas competências, nomeadamente, a competência literária nos mais jovens.  

Para o leitor do séc. XXI, o estímulo à quantidade de informação é relevante e a receção é feita de modo fragmentado, pelo que surgem novas formas de leitura e se exigem competências acrescidas. Perante este novo cenário, as bibliotecas escolares deparam-se com novos desafios. Por um lado deverão ser centros de ampliação de saberes e de conhecimento (enquanto prolongamento das aulas) e, por outro, constituir espaços de interseção com o ciberespaço educativo. Em suma, deverão constituir o epicentro para o desenvolvimento de competências para as novas alfabetizações (multiliteracies), através da implementação de programas estratégicos capazes de dar resposta às necessidades educativas.

 


 

Elsa_Conde.jpgElsa Conde (Subcomissária do Plano Nacional de Leitura 2027)

18h15 | COMUNICAÇÃO “O PODER DA LEITURA”

 

Nota Biográfica

Licenciada em História, especializada em Ciências Documentais e mestre em Comunicação Educacional Multimédia.
Exerceu funções letivas entre 1980 e 1995, foi bibliotecária e desenvolveu atividade regular como formadora.
Trabalhou na Rede de Bibliotecas Escolares entre 1997 e 2017, onde foi responsável pela elaboração e implementação do Modelo de Avaliação para as Bibliotecas Escolares e do Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, pela coordenação do projeto de cooperação em Moçambique do Programa RBE e pela coordenação interconcelhia das bibliotecas escolares em diversos municípios do Alentejo.
Em 1 de abril de 2017 foi nomeada subcomissária do Plano Nacional de Leitura 2017-27. http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/

 

Sinopse

Na Era do digital e de uma cultura híbrida universal em que distintos processos sociais e modos alternativos de lermos, escrevermos, interagirmos e nos apropriarmos dos textos convivem uns com os outros, é cada vez mais importante dominar essa competência básica e transversal que é a leitura.

Como afirmou Teresa Calçada na primeira Conferência do PNL2027, ler dá poder porque o que garante melhor futuro é ser educado, ter cultura, e o pilar dessa construção pessoal e social é ler e escrever, duas ferramentas para a vida, para ter mundo, para saber, para ter liberdade de escolha, autonomia e cidadania.

Numa economia do conhecimento, da conectividade global e da IA, mas também de grande superficialidade, desigualdade e exclusão, temos de ser leitores ainda mais proficientes, reflexivos e críticos, e essa exigência requer o esforço de todos. É, assim, imperativo ético e político do Estado continuar a desenvolver uma política pública de leitura e escrita que dê a todos o acesso e o direito a ler, a ler+ e a ler melhor.

 


 

FernandoBento-www.duplaimagem-com-545ii.JPGJosé Manuel Mendes

21h00 | FERNANDO NAMORA: LEITURAS E MEMÓRIAS

 

Nota Biográfica

Escritor. Professor universitário (na reforma). Membro do Conselho de Curadores da Fundação Universidade do Minho. Preside à Associação Portuguesa de Escritores e integra órgãos de direcção ou representação cultural em diversas instituições. Foi docente no ensino secundário, deputado à Assembleia da República, presidente do Conselho de Opinião da RDP, Rádio Difusão Portuguesa, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social, colaborador de jornais e revistas, no país e no estrangeiro, bem como da RTPN, a diversos títulos. Autor de vasta obra, total ou parcialmente traduzida em francês, inglês, búlgaro, checo, espanhol, russo e alemão. Grande Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique, condecoração outorgada pelo Presidente Jorge Sampaio (Palácio de Belém, 5 de Março de 2006), e Grande Oficial da Ordem do Mérito, atribuída pelo Presidente Mário Soares por ocasiãodo 10 de Junho de 1995. O Ministro Pedro Roseta, em Julho de 2004, distinguiu-o com a Medalha de Mérito Cultural.

 


ENTRE TEXTOS…


 

Oficina de Poesia de Condeixa

 


 

PauloCondessa.jpgPaulo Condessa 

PERFORMANCE

 

Nota Biográfica 

Licenciei-me em Ciências da Comunicação e lancei-me no marketing e depois na publicidade, como gestor e estratega. Perto do topo, desiti de tudo. Fiz duas pós-graduações (acrescentei Ciências das Religiões). Comecei uma nova vida como escritor, poeta, performer, professor. Pesquisei, experimentei e destilei um sistema artístico e pedagógico assente em 2 conceitos: imaginação sensível e consciência criativa. Dei centenas de workshops por todo o país, a todas as idades, em bibliotecas, escolas, empresas. Publiquei 6 livros (3 para crianças), 2 peças de teatro. Crio e apresento inúmeras performances poéticas e pedagógicas. Colaboro e participo em eventos transdiciplinares concebidos por artistas de outras áreas. Oriento módulos de inteligência criativa e orquestras de palavras.

 



 

 

3 DE MARÇO DE 2018 | SÁBADO


 

LEGI


 9h00 | OFICINAS


 

Laurentina-Soares.JPG  Matilde_Buisel.jpg  Priscila_Andrade.jpg   

Laurentina Soares, Matilde Buisel, Priscilla Andrade

OFICINA 1 | APPS FOR GOOD

 

Nota Biográfica de Laurentina Soares

Laurentina Soares, 46 anos, professora do grupo 550 – Informática, atualmente a lecionar na Escola Secundária D. Dinis a alunos do 7º, 8º e 10º ano (profissional)

 

Nota Biográfica de Matilde Buisel

Licenciada e Mestre em psicologia clínica no ISPA e membro da Ordem dos Psicólogos. Em 2014 realizou o seu estágio profissional no CDI Portugal onde se encontra atualmente como Gestora do Projeto Apps for Good. É certificada em Competências Pedagógicas (CAP) e já desenvolveu vários projetos comunitários enquanto formadora.

 

Nota Biográfica de Priscila Andrade

Responsável pela Comunicação e Marketing do CDI Portugal (Center of Digital Inclusion), ONG de inclusão social e inovação digital. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Nova de Lisboa e Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo ISCTE. Com uma passagem pelas ondas hertzianas da Antena 1, decidiu dedicar-se ao terceiro sector. Com formação executiva em empreendedorismo social pela Universidade Católica. Atualmente, não só cria estratégias de comunicação como promove a inclusão social, a literacia digital, a construção e o exercício da cidadania ativa que se manifestam nos diferentes projetos desenvolvidos pelo CDI Portugal.

 

Sinopse

Apps for Good trata-se de um novo conceito educativo em que professores e alunos formam uma equipa com uma comunidade de especialistas de variadas áreas e com o objetivo de conceber aplicações para smartphones e tablets.

Com este projeto pretende-se criar uma nova geração de “problem-solvers” e digital makers.

Os alunos devem ser geradores de ideias para aplicações que os ajudem, ou a quem conhecem, em problemas reais.

Para o desenvolvimento dos vários protótipos os alunos seguem uma metodologia própria onde devem realizar os cinco módulos propostos (Introdução, Geração de Ideias, Estudo de mercado, Desenvolvimento, Apresentação) tendo, no fim do processo, uma aplicação para telemóvel desenvolvida ou em fase de protótipo.

Durante este tempo, os alunos têm a possibilidade de contactar com uma rede de experts mundial de várias áreas, solicitando a ajuda especializada para os seus problemas, estas sessões são agendadas via Skype.

No fim do ano letivo os alunos terão a hipótese de mostrar mediante um júri, em marketplace, a sua ideia que será colocada a concurso regional em junho e as vinte melhores ideias serão apresentadas no concurso nacional em setembro.

Durante dois anos participei com cerca de 60 alunos neste projeto.

 


 

vanessa.jpgVanessa Martins

OFICINA 2 | A VERDADE E O NARIZ QUE CRESCE - OFICINA DE FILOSOFIA PARA CRIANÇAS

 

Sinopse

Tendo como pano de fundo a certeza de que todas as crianças possuem uma natureza questionante, assim como a curiosidade e o espanto perante o mundo (que Aristóteles define como Filosofia), importa estimular e orientar a reflexão, o questionamento e a capacidade crítica; brincando com as habilidades de raciocínio, de uma forma divertida, mas também didática e ética.

Esta oficina pretende explorar o conceito de Mentira: o que é, quais as justificações para a sua prática, os benefícios e prejuízos. Toda esta reflexão partirá de uma dinâmica divertida e estimulante, com um jogo de legos. Tal como com as pequenas peças coloridas, também os argumentos se vão encaixando, construindo e desconstruindo na medida certa, à procura de estabilidade e certezas.

As áreas de conteúdo que procuraremos desenvolver serão a formação pessoal e social, a expressão e a comunicação e o conhecimento do mundo.

 


 

Foto-Jorge-Branco-Edmodo.jpgJorge Branco

OFICINA 3 | EDMODO: ONDE A APRENDIZAGEM ACONTECE

 

Sinopse

A plataforma educativa EDMODO tem como principais objetivos facilitar e promover a comunicação, partilha e aprendizagem. Todos os utilizadores do Edmodo (professores e alunos) encontram nesta plataforma um meio seguro para acederem a recursos diversificados de modo a alcançarem o seu máximo potencial. No contexto atual, um ensino de sucesso só pode ser alcançado através do trabalho colaborativo entre professores, da comunicação eficaz professor-aluno, da disponibilização de recursos e do acompanhamento permanente dos diferentes ritmos de aprendizagem. Se pudermos acrescentar a possibilidade dos Encarregados de Educação acompanharem de modo contínuo a evolução dos seus educandos, teremos todos os ingredientes para um ensino de qualidade. A plataforma EDMODO torna possíveis estes aspetos essenciais no processo de ensino-aprendizagem que numa metodologia tradicional são utópicos.

Neste workshop serão apresentadas estratégias do uso do EDMODO como ferramenta de partilha de recursos, de comunicação, de trabalho colaborativo e de avaliação formativa das aprendizagens. Será, igualmente, apresentado um exemplo do uso do EDMODO na metodologia de FlippedClassroom e gamificação do ensino.

 

Requisitos

Os participantes poderão fazer-se acompanhar dos seus computadores portáteis.

Devido ao tempo disponível para o workshop solicita-se que os participantes:

1.º Criem aqui conta Google (gmail.com) (caso ainda não possuam)

2.º Criem aqui conta Edmodo (Professor) (caso ainda não possuam)

3.º Configurem conta Edmodo e perfil (Instruções)

 


 

Ana_goncalves.jpgAna Luísa Gonçalves

OFICINA 4 | O BOOK TRAILER COMO FERRAMENTA PROMOCIONAL DA LEITURA

 

Sinopse

A utilização de diversas linguagens de comunicação, nomeadamente a imagem e o som, convivem com a escrita na construção de mensagens pedagógicas. A palavra tem ganho uma nova forma, assim como a promoção do livro tem encontrado outras vias para captar leitores, como por exemplo através da produção de pequenos vídeos.

 O modo mais recente de promover o livro através de um book trailer, está relacionado com o leitor do séc. XXI e com a sua forma de ler. Esta desenvolve-se de modo natural nas redes sociais, e caracteriza-se pelo acesso à informação nos diferentes suportes multimédia que integram a palavra, a imagem e o som de natureza hipertextual.

 Com a presente oficina pretende-se trabalhar, a partir do projeto: “Livros entre takes”, competências no âmbito da literacia audiovisual. A atividade prática consiste na produção de um book trailer e tem como finalidade promover a literacia e inspirar novos leitores.

 


 

AnaBotas.jpgAna Botas

OFICINA 5 | O KIT DE RECOLHA DE PATRIMÓNIO IMATERIAL

 

Nota Biográfica

Ana Botas, licenciada em antropologia, com mestrado em Museologia, tem desenvolvido a sua atividade profissional no Museu Nacional de Etnologia, desde 2003, com destaque para a área do inventário, documentação e gestão de coleções, participando igualmente na programação e realização da oferta educativa do Museu.

 

Sinopse

Divulgação junto dos agentes educativos do Kit de Recolha de Património Imaterial, desenvolvido pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) para a valorização do património imaterial por parte do público infanto-juvenil. Este recurso educativo destina-se a ser aplicado à escala local (aldeia, freguesia, bairro, etc.) e a promover o conhecimento e a valorização do respetivo património imaterial, promovendo a interação dos jovens com os elementos da comunidade que detêm uma importância decisiva na transmissão desse património.

Para além da sua utilização em contexto museológico, o Kit destina-se também a ser utilizado em contexto escolar, nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico (10 a 18 anos), em particular para a realização de atividades de recolha e documentação do património imaterial no âmbito de trabalhos de grupo. O Kit pode ainda ser utilizado no âmbito de atividades promovidas por outras entidades, tais como associações de desenvolvimento local, municípios, bibliotecas, ou outras.

 


 

 

VICI


14h00 | PERCURSOS E LEITURAS … PARA DIFERENTES CONTEXTOS: LITERÁRIOS; GEOGRÁFICOS, EM ESPAÇO MUSEU; EM AMBIENTE VIRTUAL…


 

ClaudiaFerreira.jpgCláudia Ferreira (Museu PO.RO.S)

14h00 | COMUNICAÇÃO: “OPATRIMÓNIO NA ERA DO DIGITAL - MEMÓRIA HISTÓRIA”

 

Nota Biográfica

Cláudia Ferreira é natural de Coimbra. Licenciou-se em História/variante História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, frequentou Estética e Filosofia da Arte na FLUCL, em Lisboa, sendo nessa mesma cidade que viria a concluir o mestrado em Estudos sobre a Mulher – as Mulheres na Sociedade e na Cultura, concretamente na FCSH da Universidade Nova. De momento ultima a sua tese de doutoramento em estudos Contemporâneos no Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, onde é também Investigadora Colaboradora. Foi professora do ensino básico e secundário, bem como numa universidade sénior; foi produtora na área do cinema; foi revisora de texto; e desempenha atualmente as funções de consultora cultural na Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova.

 

Sinopse

Intitulada “Património na Era Digital: Memória e História”, esta comunicação irá esboroar as juntas que unem as palavras para, ao invés, seguir de perto cada uma delas no seu apelo significante. Assim, teremos: património; era; digital; memória; história. Cada palavra funcionará como uma espécie de pulverizador do pensamento, exigindo que observemos o seu tracejado único e problematizemos uma questão óbvia de sentido dado.

 


 

14h30 - 17h30 | PERCURSOS…

 

EPICURO NO EPICENTRO, por Paulo Condessa

Sinopse 

Antes dos romanos, um grego criou uma escola de pensamento e chamou-lhe jardim. Uma suspensão na correria em que os dias se tornam à medida que ficamos adultos. Onde está esse desapêgo, essa leveza que a despreocupação da infância nos insuflava nos pulmões em cada minuto da vida? Porque passámos a dar valor a outras coisas que nos parecem mais sábias mas estão talvez mergulhadas nos medos que nos impedem de ser espontâneos, livres e autênticos? Ou sequer ter a consciência de que não somos nem espontâneos, nem livres nem autênticos? Paulo Condessa dá-nos alguns poemas contemporâneos e alguns pensamentos clássicos para fazer faísca na nossa demanda pela felicidade

 

LEITURA[S]… no Museu PO.RO.S (exploração com guia)

LEITURA[S]… da arte através de exposições (ateliers/oficinas) - Mosaico | Cerâmica | Brinquedos Romanos

LEITURA[S]… Leitura do património através da arte:

  • Exposição “Património Quinhentista”, Dr. Miguel Pessoa (Ecomuseu de Condeixa, Arzila, Penela e Rabaçal)
  • Exposição “Nave de Pedra”, Dr.ª Isabel Freitas (Casa Museu Fernando Namora)

    

© Rede de Bibliotecas de Condeixa

Pesquisa