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Apresentação oral do livro "Uma aventura em Conímbriga" - prova do 1º ciclo da fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura 

 

 

Ler mais: O estranho caso do retrato flamengo - por P. D: Baccalario e A. Gatti

Na minha opinião, o livro é uma emocionante história, tão “ fantabulástica” que, apesar de lhe reconhecermos a fantasia, o enredo e as experiências pessoais de cada um nos levam a sentir que tudo é a mais pura verdade. Através da narrativa e das pequenas ilustrações, nós próprios vivemos o mistério como se pertencêssemos àquele clube e investigássemos em conjunto com as personagens, contribuindo para a procura da verdade e a resolução do problema.

O que mais me encantou, nesta história foi o facto de o adensar do mistério nos dar o que pensar, levando-nos a ansiar voltar rapidamente ao livro para ver como tudo se desenrolava e se resolvia. Gostei muito das personagens, pois tornam-se muito reais. Cada uma tem a sua maneira de ser e de “sacar” informações úteis à investigação.

O que também muito me “agarrou” a esta e a outras histórias da coleção, fazendo-me ler sem parar, é que a conclusão nunca é aquela que estávamos à espera, pois surge o surpreendente inesperado… AH, no final!Tudo acaba com um sabor doce na boca, mas o mistério continua aceso no escuro das persinas.

 

Emilia Rebelo | 7º E | maio 2015

 

Ler mais: O estranho caso do retrato flamengo - por P. D: Baccalario e A. Gatti

Ler mais: O recruta - por Robert Muchamore

Aconselhado pelos meus colegas e pela professora bibliotecária, decidi ler o volume 1 da coleção CHERUB, O Recruta. O livro era grande e tremi. Porém, como o mundo dos serviços secretos e da espionagem me desperta muito interesse, lá me deixei convencer.

Espetacular! Cativante! São estes os adjetivos que posso empregar para descrever esta minha experiência com o livro. Na pele de James, fui um espião destemido e, apesar de me sentir tantas vezes próximo do fim, consegui ter a astúcia suficiente para me salvar.

 No final, este livro deixou-me a mensagem de que, apesar de todos os obstáculos que possam surgir, conseguimos sempre alcançar os nossos objetivos, desde que lutemos e trabalhemos para tal e, mesmo que não se realizem hoje, podem-se realizar amanhã, ou depois, desde que não desistamos. Ensinou-me ainda que tudo é mais fácil quando apoiados e ajudados e que as pessoas retribuem aquilo que de nós recebem.

 

Carlos Pedro Cardoso | 7º E | maio 2015

 

Ler mais: O recruta - por Robert Muchamore

Ler mais: A porta do tempo - por Ulysses Moore

O livro que li e escolhi para dar a minha opinião é espetacular, pois à medida que a história avança se levantam mais perguntas e se dão menos respostas, como se de um novelo se tratasse. A história é um enigma não só pela narração, mas também pela sua origem, conforme explica o autor no email que enviou à editora e que se apresenta no início do livro.

Esta obra é fruto de muita imaginação, o que faz com que os pormenores se liguem entre si, tendo como base um código que o autor decifrou. Entre as páginas, encontram-se ilustrações muito detalhadas, que também contribuem para este lado enigmático do livro.

Ao te aventurares nestas páginas, é preciso pores à prova o teu saber, a tua imaginação e coragem, pois a vontade de ler vai ser cada vez maior, à medida que vais penetrando nos mistérios que o livro esconde. Tal como as personagens, vais enfrentar mares de letras molhadas, desertos de segredos perdidos, florestas de números selvagens, montanhas de aventuras inesquecíveis.

Aconselho-te não só este livro, mas a leitura de toda a coleção. É viciante!

 

Maria Rebelo | 7º E | maio 2015

 

Ler mais: A porta do tempo - por Ulysses Moore 

Cheguei à prateleira e escolhi “o” livro! Parecia chamar por mim, com a sua lombada em letras gordas. Tirei-o e ainda me cativou mais com as cores da sua capa. Deveria ser interessante – pensei eu…

Estava errado! Não gostei “do” livro! Embora o narrador nos consiga transportar para a ação que vai relatando, seja capaz de nos levar a experimentar os sentimentos que vão assolando as personagens e de nos arrastar para a sua infância, a verdade é que senti que fui “enganado” pelo título e pelas minhas expetativas em relação à história que ele me parecia prometer.

O narrador parece distraído e desvia-se muito da história do senhor Sommer, que deveria ser a principal. A verdade é que não lhe dá qualquer importância, sendo que, durante umas 50 páginas, não se fala nele.

Além disso, a maior parte dos diálogos eram supérfluos. O final … também o detestei, pois o senhor Sommer morre, desnecessariamente, e sem se perceber bem qual o motivo dessa morte. Ainda mal o tinha conhecido e morre…

Atendendo a estas razões, não aconselho a leitura do livro. No entanto, provavelmente, estou a ser injusto. Vou, certamente, lê-lo uma segunda vez, quando for mais velho, e é bem possível que já goste mais. Quem sabe?

 

Tomás Ribeiro | 7º E | maio 2015

 

Ler mais: A história do senhor Sommer - por Patrick Suskind 

O livro Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, é uma obra literária muito educativa para crianças e jovens de todas as idades.

A história fala-nos de um rapaz que amava o mar e que sonhava ser marinheiro. É graças a esse sonho que Robinson vive a aventura mais extraordinária e louca de toda a sua vida. Uma das partes que mais me cativou foi aquela em que Robinson, contrariando as ideias racistas e pró-escravatura, que lhe haviam ensinado, educou, com amor e carinho, o índio Sexta-feira que passou a ser seu amigo e quase o filho que não tivera.

E agora é melhor não vos contar mais para que fiquem intrigados e leiam este maravilhoso livro!

Acreditem em mim, pois se assim não fosse, esta obra não seria referência da literatura universal, indicada pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.

Boas leituras e viagens pelo mundo da imaginação com este náufrago, que soube sobreviver a tudo e a todos e com o qual podemos aprender muito.

 

Diogo Sabino | nº 9 | jan. 2015

 

Ler mais: Robinson Crusoé - por Daniel Defoe

 

O autor desta obra é Alexandre Herculano, poeta, romancista, historiador e ensaísta português que nasceu no dia 28 de Março de 1810, em Lisboa e morreu no dia 18 de Setembro de 1877, em Santarém.

Foi um dos mais importantes escritores portugueses no século XIX.

A Abóbada do Mosteiro da Batalha é o centro do conto. O arquiteto Afonso Domingues, que lutou para pôr D. João I no trono, está naconstrução do mosteiro e projetou uma abóbada. Mas em 1401 fica cego e el-rei, instruído pelos seus conselheiros, chama um arquiteto irlandês, mestre Ouguet, para concluir o projeto. Este altera o projeto da abóbada de Afonso Domingues e, logo após a conclusão da obra, a abóbada desaba sobre ele.

 El-rei chama então Afonso, e restitui-lhe o trabalho. Afonso passaentão três dias em jejum sob a abóbada afirmando que esta, tal como a projetara, não cairá. Morre quando a conclui, e Ouguet, que rira do velho cego, torna-se seu admirador.

O que transparece neste conto é principalmente o nacionalismo de Herculano: o português honrado e que fora guerreiro estava certo, e o estrangeiro arrogante estava errado e arrepende-se humildemente.

Eu gostei muito da obra e recomendo aos meus colegas a sua leitura. Nesta obra relata-se um dos episódios do Mosteiro.

 

Ana Antunes | 8º ano | Eb nº2 | jan. 2015

 

Ler mais: A Abóbada - por Alexandre Herculano

 

Esta história fala de um palhaço diferente, porque os colegas do circo trabalhavam a pilhas e ele funcionava a energia solar. Um dia as pilhas gastaram-se e o circo ficou às escuras. O palhaço Avaria pegou nas pilhas dos colegas, percorreu um longo caminho até ao farol para carregar as pilhas, e enquanto esperava carregou os seus painéis solares. Quando chegou ao circo pôs as pilhas em todos, e tudo voltou a funcionar.

O autor deste livro chama-se Pedro Seromenho. Gostei da história porque o palhaço ajudou os amigos.

 

Tomás Loureiro | 3º ano | Ebnº3 | jan. 2015

 

Ler mais: O palhaço Avaria e o planeta Bateria

 

 Ler mais: Trilogia “Millennium” – por Stieg Larsson

 

Conheçam Michael Blomkvist. Cofundador e jornalista da pequena revista Millennium que não hesita em expor as suas opiniões, desmascarando e envergonhando quem quer que seja. Solteirão, atraente, culto e persistente, atira-se de cabeça para os mais variados projetos que decide perseguir. Jornalista respeitado pelos colegas, bom amigo e cidadão exemplar, ostenta um bom lugar na sociedade.

Conheçam Lisbeth Salander. Trabalhadora freelancer da empresa Milton Security, declarada mentalmente incapaz e socialmente inapta mantém poucas pessoas ao seu redor e confia em ninguém. Estilo punk, de aspeto frágil cm um vasto número de tatuagens e piercings e uma inteligência fora do normal. Uma sombra à margem da sociedade.

O que acontece quando estes dois se juntam com um objetivo em comum?

No primeiro livro da trilogia, “Os Homens que Odeiam as Mulheres”, o duo imprevisível junta-se pela primeira vez para escrever a biografia de uma das famílias mais importantes da indústria sueca, ou, pelo menos, é essa a versão oficial. Entre desmascarar um grande nome da indústria, desvendar segredos de família horripilantes e encontrar uma resposta a um mistério que dura há décadas, somos transportados para o frio escandinavo e quase conseguimos ver a ação a decorrer à nossa frente (caso precisarmos de ajuda existem dois filmes baseados no livro), considero sorte não estarmos nela, ainda podíamos acabar com umas nódoas negras para explicar.

Se no primeiro livro temos a impressão de só saber o essencial acerca dos nossos protagonistas, tal não acontece no segundo, “A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo”. Lisbeth Salander vê-se presa numa embrulhada de proporções épicas. Entre enfrentar um tufão, o aumento do seu agregado familiar, fugir às autoridades e a impossibilidade de proteger os seus amigos, Lisbeth atinge o ponto de rutura de uma vida de enganos e injustiças. O segundo livro transpõe-se para o terceiro, “A Rainha no Palácio das Correntes de Ar”.

Michael Blomkvist vê a sua amiga presa a uma cama de hospital, prestes a ser presa por crimes que não cometeu, quando descobre que a sua incriminação começou antes até de ela nascer. Michael move mundos e fundos para libertar amiga e travar definitivamente a sua injustiça. Apesar de ser o livro mais “calmo” dos três não deixa de ser um dos mais empolgantes que já li e um ótimo final para a coleção.

Stieg Larsson prende-nos a cada palavra e deixa-nos completamente surpreendidos pelas reviravoltas mais inesperadas. Um escritor brilhante que cativa leitores como traças para uma luz e que representa uma novidade no mundo dos policiais, factos que se traduzem numa trilogia viciante que nunca se quer parar de ler e que nos cria um vazio quando terminada, não deixa de ser uma excelente leitura que recomendo a todos os leitores e pessoas que nem sequer pegam em livros e que apenas lamento a abrupta interrupção devido à morte do autor.

Mas mais não conto! Agora só falta passarem na nossa biblioteca para descobrirem estes e mais tesouros.

 

Miriam Acúrcio | 12ºA | Escola Secundária Fernando Namora | jan. 2015

 

 

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