Entre histórias e posturas de yoga, crianças e adultos vivenciaram na prática a história d’ “A lagartinha que tinha um sonho”, entrando na pele das personagens que marcaram a última sessão da Bebeteca, e entregando-sepor completo a uma experiência única sobre o mundo que os rodeia.
Pode ser simplesmente lido/ouvido e apreciado calmamente ao final do dia ou pode transformar-se no ponto de partida para uma sessão de leitura mais ativa, em que personagens e leitores se misturam. As posturas sugeridas pelo livro são acessíveis a miúdos e graúdos e desencadearão, seguramente, momentos muito divertidos de aprendizagem, partilha e descoberta do próprio corpo. “A lagartinha que tinha um sonho” é, pois, um pequeno/grande livro para ler, ver, ouvir e sentir na pele, com as mais divertidas e originais posturas de yoga.
Aliando a magia da literatura infantil ao yoga para pais e filhos, a última sessão da Bebeteca procurou contrariar a tendência desse ritmo alucinante provocado pelavida moderna, e em que o relógio parece levar sempre a melhor, especialmente para as crianças que, desde a mais tenra idade, também sofrem as consequências de um mundo exterior cada vez mais desafiador e contrastante, em larga escala, com o tranquilo desenvolvimento do seu mundo interno.
Enérgicas, imaginativas e curiosas. Estas três características descrevem na perfeição qualquer uma delas e fazem com que pareça estranho, ou quase impossível, que o ambiente de uma sessão de ioga seja compatível e convidativo para os mais pequenos. Mas os factos mostram o contrário. Aqui, a energia é canalizada para brincar e utilizar o corpo de uma forma muito saudável para se expressarem…Não esquecendo nunca a componente literária.
Cheia de cor e amor, “A lagartinha que tinha um sonho” transforma o conto infantil numa verdadeira mensagem de vontade e determinação. Aventura vivida na primeira pessoa pela viagem de concretização do sonho de uma simples lagarta deu lugar à realização das mais originais e divertidas posturas dinâmicas de yoga associadas aos animais e aos elementos da natureza e as canções e mantas especialmente coreografados para os mais pequenos, muito antes do regresso à calma, onde o mais importante se traduziu em muita alegria e cumplicidade entre pais e filhos, sorrisos sinceros e olhares curiosos, espontaneidade e descontração.



