Não se assustem, a ideia original é da revista Dois Pontos e, portanto, de confiar!Este é apenas um jogo,meio sem pés nem cabeça, mas do mais inocente que há. Não inclui seres “esquisitóides”, mas apenas palavras e frases, que podem até agradar. Isso depende de vocês, se estiverem dispostos a experimentar.
Provavelmente até os vossos trisavós já o jogavam, de tão antigo que é! Mas nem por isso se torna aborrecido ou antiquado. Como todos os grandes jogos, este sobreviveu a todo esse tempo e vai, certamente, continuar a ser jogado enquanto não faltar uma folha de papel, caneta e um grupo de pessoas com muito entusiasmo! Brincar com letras e palavras e inventar histórias curtas sem nexo é o desafio. Prontos? Vamos às regras do jogo…
Experimentem escrever uma frase completa. Quando dobrarem o papel para dar ao jogador seguinte, deixem visível a última palavra que escreveram – mas apenas essa palavra! O outro jogador tem de continuar a história a partir daí, escrevendo outra frase e dobrando novamente o papel, com a última palavra visível para o jogador seguinte e assim sucessivamente até percorrer todos os jogadores. No final, basta desdobrar a folha e ler…
É esquisito, o conto? Cómico? Assustador ou misterioso? Tudo é possível! Mas fica a garantia de puros momentos de parvoíce e gargalhadas…com uma pitada de absurdo à mistura.
Digam-nos se gostaram deste desafio e partilhem connosco as vossas criações!
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